sábado, 2 de maio de 2009

MULHER MADURA


"Este é um texto que achei maravilhosopara todas as mulheres.Tenho amigas na Net, muito queridas,de vinte a noventa anos.Muitas estão de bem com a vida que temoutras gostariam muito de ser diferentese se aproveitarem da alta tecnologiaestética do momento. Eu gosto de todasvocês, exatamente como são hoje."Tenho cabelos loiros, pintados, para esconder os fios brancos. Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear... Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer. Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia, achei por bem aproveitá-las. Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma academia por ordem médica. Ele me disse que na minha idade preciso de exercícios. Mas falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica. Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita. Unhas maltratadas causam uma péssima impressão. De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final não uso nenhum, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem. Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher. Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não temos como conter. Nem pretendo isso. Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história. Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou. Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor. Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco. Foram filhos, maridos, amigos que colocaram eles ali. Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, apenas amenizá-las, acho que mereço isso. A vida me deve isso. Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça. Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias. Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar. Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho quarenta e cinco e apresentar uma filha de trinta e um. Portanto eu confesso, tenho 57 anos. Metade deles, bem vividos, a outra metade muito sofridos. Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade. Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me fizeram ser essa pessoa que sou hoje. Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos. Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava. © SILVANA DUBOC"Este é um texto que achei maravilhosopara todas as mulheres.Tenho amigas na Net, muito queridas,de vinte a noventa anos.Muitas estão de bem com a vida que temoutras gostariam muito de ser diferentese se aproveitarem da alta tecnologiaestética do momento. Eu gosto de todasvocês, exatamente como são hoje."Tenho cabelos loiros, pintados, para esconder os fios brancos. Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear... Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer. Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia, achei por bem aproveitá-las. Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma academia por ordem médica. Ele me disse que na minha idade preciso de exercícios. Mas falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica. Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita. Unhas maltratadas causam uma péssima impressão. De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final não uso nenhum, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem. Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher. Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não temos como conter. Nem pretendo isso. Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história. Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou. Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor. Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco. Foram filhos, maridos, amigos que colocaram eles ali. Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, apenas amenizá-las, acho que mereço isso. A vida me deve isso. Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça. Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias. Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar. Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho quarenta e cinco e apresentar uma filha de trinta e um. Portanto eu confesso, tenho 57 anos. Metade deles, bem vividos, a outra metade muito sofridos. Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade. Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me fizeram ser essa pessoa que sou hoje. Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos. Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava. © SILVANA DUBOC

IRRETOCÁVEL


"Este é um texto que achei maravilhosopara todas as mulheres.Tenho amigas na Net, muito queridas,de vinte a noventa anos.Muitas estão de bem com a vida que temoutras gostariam muito de ser diferentese se aproveitarem da alta tecnologiaestética do momento. Eu gosto de todasvocês, exatamente como são hoje."Tenho cabelos loiros, pintados, para esconder os fios brancos. Não me lembro exatamente em que ano eles começaram a branquear... Tenho algumas rugas em volta dos olhos, também não me recordo quando elas começaram a aparecer. Tento disfarçá-las, tantas novidades no campo da dermatologia, achei por bem aproveitá-las. Do corpo não cuido quase, só recentemente entrei para uma academia por ordem médica. Ele me disse que na minha idade preciso de exercícios. Mas falto mais do que vou, não gosto de fazer ginástica. Das minhas unhas cuido semanalmente, penso que elas são uma porta de visita. Unhas maltratadas causam uma péssima impressão. De uns dois anos pra cá descobri os cremes e aí compro um aqui, outro ali e no final não uso nenhum, mas compro, só de olhá-los na prateleira já percebo que as rugas se retraem. Sou assim, vaidosa, mas não sou em excesso, penso que sou na medida certa, na medida correta para uma mulher. Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não temos como conter. Nem pretendo isso. Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história. Às vezes me pego na frente do espelho descobrindo uma nova ruguinha e já me coloco a pensar o que a causou. Depois reencontro com outra que já está lá vincada há anos e me recordo que ela apareceu quando perdi um grande amor. Poderia enumerar também a história de cada fio de cabelo branco. Foram filhos, maridos, amigos que colocaram eles ali. Não quero me desfazer de nenhuma dessas marcas, apenas amenizá-las, acho que mereço isso. A vida me deve isso. Atualmente a parte que merece mais atenção minha tem sido a cabeça. Tento todos os dias colocá-la no lugar, equilibrá-la, alimentá-la com sonhos e alegrias. Corpo e mente caminham juntos, se um estiver em estado lastimável o outro provavelmente vai se deteriorar. Não escondo minha idade, não adiantaria falar que tenho quarenta e cinco e apresentar uma filha de trinta e um. Portanto eu confesso, tenho 57 anos. Metade deles, bem vividos, a outra metade muito sofridos. Mas é exatamente aí que está o encanto da minha idade. Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos e ambos me fizeram ser essa pessoa que sou hoje. Ficaram as rugas no rosto e na alma, mas também ficaram sorrisos em ambos. Minhas rugas mais bonitas são aquelas marcas de expressão que eu adquiri por tanto sorrir, muitas vezes, quando o coração chorava. © SILVANA DUBOC

terça-feira, 21 de abril de 2009

Morro lentamente


"Morro lentamente"
"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.


Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar,


morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos,


quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.


Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.


Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoínho de emoções,


justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.


Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.


Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante...


Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.


Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.


Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade."

(Pablo Neruda)

É isto que sinto, a morrer lentamente...
Porque não encontro graça em mim.
Porque não consigo pedir ajuda.
Porque repito hábitos, trajectos.
Porque não arrisco vestir uma nova cor.
Porque evito paixões.
Porque não viro a mesa.
Porque não me permito fugir aos conselhos sensatos.
Porque não foi capaz de seguir os sonhos que o meu coração desejava...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

EU PRECISO DE MIM


® Giovanni Leandro


Nesta noite que sempre foi dia, finalmente eu consegui chorar, mas não foi por tristeza ou desespero. Foi um choro de dor. Lágrimas rolaram devagar, enquanto meus olhos vagavam pelo mundo que tanto almejei.Chorei pelas mentiras que me disseram pra me deixar feliz, e agradeço por isso.Chorei também pelas omissões de fatos que poderiam ter destruído meus sonhos. E depois chorei mais ainda por perceber que eu teria preferido a verdade, mesmo cortante, como uma faca das mais afiadas, do que essa dor que me rasga o peito ferindo minh'alma.Chorei pelos amigos que não estão mais aqui, pensando se eu deveria ter me dedicado mais a eles... Abraçado mais... Beijado e deixado claro o quanto eu os amava.Mas o tempo é ingrato e a morte chega para cumprir o seu papel, sem pedir licença, sem bater na porta. Ela chega e leva quem você ama, junto com um pedaço de você e de sua história.Chorei pelo meu amor, imaginando como seria o futuro.Chorei pela saudade que dói e pelo carinho que conforta.Pelos olhares carinhosos e compreensivos, contrastando com o desejo latente e urgente.Pensei em chorar pelo mundo e suas maldades. Chorar pela falta de esperança das crianças e o esquecimento dos idosos. Pelas guerras e intolerâncias. Pela fome, sede, e ódio irracional do ser humano racional.Mas não chorei, porque hoje, o choro é meu, exclusivamente meu, porque preciso chorar.E então chorei pelo meu egoísmo.O mundo lá fora já chorava por ele mesmo, lançando suas lágrimas contra a janela de vidro.O mundo não precisa de mim hoje, mas eu sim. Eu preciso dessa minha dor sem censuras.Eu preciso de mim.Eu preciso de você.(Presente de Luzimar)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O AMOR ACABOU


Em que parte da casa

Nosso amor se perdeu?

Ficou no canto do quarto

Ou no jardim que era teu?


Em que parte da vida

A intimidade acabou?

Está na gaveta escondida

Ou cansada partiu e nos deixou?


Se perdeu pelo tempo...

Ou quis ficar para trás?

Estará de frio tremendo

Ou apenas atracada pelo cais?


Em que parte da música

Parou de cantar?

Será que dela se cansou?

Ou simplesmente parou de escutar?


As chamas daquele amor febril

Hoje já não ardem mais

As labaredas deste amor senil

Se apagaram e ficaram para trás.



Dúvidas povoam meus pensamentos

As incertezas zombam de mim

Do amor que era um jardim suspenso

Restou só lembranças perfumadas de jasmim.

Serena.

12 DE OUTUBRO


Para refrescar a sua memória: 12 de outubro de 1995, dia de Nossa Senhora Aparecida, durante o programa "Palavra de Vida", transmitido pela TV Record, o pastor Von Helder teve o que podemos chamar de acesso de fúria, descontrole e total falta de respeito pela crença alheia e começou a chutar a imagem da padroeira do Brasil, gerando uma das maiores polêmicas religiosas da história recente do nosso país.


O "bispo" da Igreja Universal do Reino de Deus acabou condenado por "incitar a discriminação de preconceito religioso, por meio de palavras e gestos", mas a maior pena ele nunca imaginava qual seria...


Um dia desses, na TV Canção Nova (canal 20 UHF RJ), durante a homilia o Padre Edmilson relembrou o fato que nos parecia tão distante, mas que ele trouxe à tona pelo final mais do que surpreendente.



Um tempo depois do episódio, o pastor von Helder passou a sentir fortes dores na perna esquerda, a mesma que ele havia chutado a imagem da santa. Aos poucos as dores até então sem explicação foram aumentando até um ponto que ele teve que procurar auxílio médico.



Von Helder tentou vários tipos de tratamentos no país, mas sem nenhum resultado... a dor simplesmente não melhorava.



Recomendado pelos médicos, Sérgio foi procurar ajuda nos Estados Unidos, numa clínica especializada. E lá passou um bom tempo internado. Segundo o próprio Sérgio, o tratamento era o melhor possível e o atendimento exemplar.



Mas havia uma enfermeira que sempre lhe dedicou uma atenção especial, acompanhando-o durante todos os momentos difíceis e de muita dor, principalmente durante às noites em que a dor insistia em não passar, cuidando de sua perna e dando-lhe conforto e esperança.


E assim o tempo passou e aos poucos o tratamento foi dando resultado, até a cura completa.



Sua alegria era tanta que, comovido, resolveu dar uma festa de agradecimento e despedidas para toda equipe que havia cuidado dele.



Durante a festa, Sérgio notou que a tal enfermeira, que havia sido tão importante em sua recuperação, não estava lá. Então foi procurar o diretor da clínica para saber do seu paradeiro.



Perguntou a ele onde estava a tal enfermeira, negra, simpática e atenciosa, que havia confortado-o em todas as noites de dor e desesperança...Para o espanto de Sérgio, o diretor falou desconhecer tal enfermeira e que não havia nenhuma enfermeira negra trabalhando naquela área do hospital. Sérgio ainda insistiu, perguntando inclusive para outros médicos e enfermeiras se não poderia ser de alguma outra área, mas ninguém fazia idéia de quem ela fosse.



Foi aí que o ex-pastor Von Helder caiu de joelho aos prantos, no meio da festa, se dando conta do que tinha acontecido...Ninguém entedeu nada na hora, mas não havia o que entender.



Sérgio se deu conta de que, neste tempo todo, a enfermeira que esteve ao seu lado em todos os momentos de dor e dificuldade era Nossa Senhora Aparecida.



Tomado de vergonha e remorso, o Sérgio se converteu ao catolicismo e hoje conta a sua história para quem quiser ouvir... um testemunho de fé tardia, mas nunca é tarde para a bondade infinita de Deus e o carinho e amor maior de Maria, nossa mãe, que mesmo humilhada não abandonou seu filho na doença.



Para quem quiser conferir o depoimento do ex-pastor, fique atento por que a Canção Nova vai transmití-lo em breve. (Presente de Lígia Ranzani)

QUEM É VOCÊ??????


Tenho procurado respostas nas estrelas...

Quero descobrir

Quem é você que me enche de alegria

Que do anonimato me fazes tão feliz

Não sei quem és,

Mas me faz tão bem.


Hoje sei o poder que tem as palavras

Elas sabem encantar, vem cheias de doçura

E se vem digitadas pelas tuas mãos

Tem um poder mágico.

Elas me fazem viajar para um mundo

onde só há amor,

compreensão, cumplicidade,companheirismo e ternura.

Ah! você me faz tão bem !


Se estás tão longe como podeme fazer tão bem ?

Como posso sentir o aconchego dos teus braçosSe nunca te abracei ?

Se nem ao menos os teus olhos fitei ?

Como posso senti-los me olhando ?

Se nunca senti o calor do teu carinho

Como posso sentir esse calor que emana ?

Como posso sentir que está triste

Se nem ao menos me falou ?

Ah! Você me faz tão bem.

Porque faz isso para mim

Se nem ao menos me conhece ?

Nunca nos conheceremos pessoalmente

mas sinto como se fossemosAmigos ha muito tempo.


Quem é você aí na telinha,

que me manda Tanto carinho ?

Quem é você que me faz tão bem ?

Quem é você que me dá tanta força ?

Quem é você que se esconde atrás desta Máquina fria e gelada ?



Acho que sei quem és.

É um ser divino que Deus colocou

No meu caminho

É um Doce Anjinho

Que apareceu para me proteger.

Ah ! Como é bom saber

queTem alguém que ama as estrelas,

Que ama um banho de chuva,

Que ama as flores,

Que ama seus pais,

Que dá valor à vida,

Que dá valor à uma amizade,

Que sabe o valor que ela

Representa em nossa vida.



Nossa amizade é maravilhosa.

Aprendi que quando temos Bons amigos,

não precisamos de mais nada, o resto vem junto.

É consequência.

Não sei rimar

Não sei brincar com asPalavras como você,


mas estas tenha certeza que saem

de dentro do meu coração.

Olhe para a lua linda

e majestosa no céu, e sempre

Que ela sorrir para você...É porque sou eu que

Estou lá.


(AD)(Presente da Aurea Manchini)