quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
DEIXAR FLUIR. Autoria desconhecida
"Toda a sociedade humana tem vivido sob um tipo de insanidade. É por isso que é tão difícil viver em estado de deixar fluir — porque isso tem sido condenado como se fosse indolência. Vai contra a sociedade obcecada pelo trabalho.
Deixar fluir significa que você começa a viver de uma maneira mais sã. Você não corre loucamente atrás do dinheiro, não trabalha constantemente; trabalha apenas por suas necessidades materiais.
Mas existem necessidades espirituais também! O trabalho é uma exigência para as necessidades materiais; deixar fluir é uma exigência para as necessidades espirituais. Porém, a maioria da humanidade tem sido boicotada de qualquer crescimento espiritual.
Deixar fluir é um dos espaços mais belos. Você simplesmente existe, sem fazer nada, apenas se senta silenciosamente, e a grama cresce por si mesma. Você simplesmente desfruta a canção dos pássaros, o verde das árvores, as cores psicodélicas e multidimensionais das flores.
Você não tem de fazer nada para experimentar a existência; você tem de parar de fazer. Você tem de estar em um estado absolutamente desocupado, sem tensões, sem preocupações.
Nesse estado de tranquilidade você entra em um estado de sintonia com a música que o cerca. Você subitamente se torna consciente da beleza do sol. Existem milhões de pessoas que nunca desfrutaram um pôr-do-sol, que nunca desfrutaram um alvorecer.
Elas não podem se dar ao luxo. Estão continuamente trabalhando e produzindo, não para si mesmas, mas para os astutos poderes dominantes, para os que estão no poder, aqueles que são capazes de manipular seres humanos.
Naturalmente eles lhe ensinam que o trabalho é algo nobre — é o interesse deles. E o condicionamento tornou-se tão profundo que nem mesmo você sabe por que não relaxa. As pessoas se esqueceram completamente da linguagem do relaxamento.
Elas foram produzidas para esquecer."
Deixar fluir significa que você começa a viver de uma maneira mais sã. Você não corre loucamente atrás do dinheiro, não trabalha constantemente; trabalha apenas por suas necessidades materiais.
Mas existem necessidades espirituais também! O trabalho é uma exigência para as necessidades materiais; deixar fluir é uma exigência para as necessidades espirituais. Porém, a maioria da humanidade tem sido boicotada de qualquer crescimento espiritual.
Deixar fluir é um dos espaços mais belos. Você simplesmente existe, sem fazer nada, apenas se senta silenciosamente, e a grama cresce por si mesma. Você simplesmente desfruta a canção dos pássaros, o verde das árvores, as cores psicodélicas e multidimensionais das flores.
Você não tem de fazer nada para experimentar a existência; você tem de parar de fazer. Você tem de estar em um estado absolutamente desocupado, sem tensões, sem preocupações.
Nesse estado de tranquilidade você entra em um estado de sintonia com a música que o cerca. Você subitamente se torna consciente da beleza do sol. Existem milhões de pessoas que nunca desfrutaram um pôr-do-sol, que nunca desfrutaram um alvorecer.
Elas não podem se dar ao luxo. Estão continuamente trabalhando e produzindo, não para si mesmas, mas para os astutos poderes dominantes, para os que estão no poder, aqueles que são capazes de manipular seres humanos.
Naturalmente eles lhe ensinam que o trabalho é algo nobre — é o interesse deles. E o condicionamento tornou-se tão profundo que nem mesmo você sabe por que não relaxa. As pessoas se esqueceram completamente da linguagem do relaxamento.
Elas foram produzidas para esquecer."
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
A VOZ DO CORAÇÃO - autor desconhecido -
Dentro de nós existem todas as respostas.
Quem não iria querer ouvi-las? Ao nosso redor, sempre há histórias de pessoas que se libertaram das correntes da prisão da vida comum, dos caminhos trilhados por tanta gente, das conclusões óbvias e cansadas. Falamos com admiração das pessoas que nadaram contra a corrente e venceram, daqueles que tiveram coragem, dos que conseguiram ver o que ninguém mais podia enxergar. Eles se tornam nossos líderes, nossos ídolos. Nem todos são famosos: às vezes se trata apenas daquela vizinha que, com mudanças corajosas na própria vida, conseguiu transformar a si mesma e ser muito feliz.
A verdade é que todos queremos ouvir as respostas. Onde está o manual da vida? O que devo fazer de mim? Qual o segredo, qual o caminho?
Segundo a sabedoria indiana, o ser humano é uma essência pura e divina que fica, temporariamente, dentro deste corpo físico. Fazemos isto para interagir com a matéria, para crescer e aprender. A infinita sabedoria da alma se restringe dentro de um finito corpo: isto somos nós.
A luz e o conhecimento dessa alma, que é chamada de anandamaya kosha nos livros da Índia, continuam ativos, plenos e acessíveis. Mas a alma é sutil, diáfana e leve, muito além da barulheira e do caos da vida moderna. Ela se comunica com paciência, e fala suavemente.
Dela é a voz que vem do coração.
A essência de quem nós somos se expressa através do anahata chakra, um centro de energia que temos no peito. É dali que surge a intuição, a sabedoria sincera, o conhecimento superior. A voz do coração é uma metáfora para aquilo que vem deste chakra: os sussurros da alma, de onde vêm todas as respostas que precisamos saber, para crescer e trilhar o caminho. A sua alma sabe os motivos de você estar aqui.
E como fazemos para ouvir a voz do coração? A alma é muito bem educada: fala baixinho. É no silêncio que recebemos aquilo que ela nos traz, naqueles momentos em que nos recolhemos, seja por um minuto ou dias. O silêncio importante é o da mente, não o dos ouvidos. Enquanto estamos afogados em pensamentos sucessivos e inúteis, a voz da alma continua lá, sutil e constante, infinitamente paciente, sem nunca ser ouvida.
A alma é a verdade interna. Quanto mais nos prendemos a fatos e objetos externos, quanto mais nos acorrentamos a posses e ideias do mundo externo, menor é a nossa conexão com a voz interior.
É quando deixamos a vida fluir, quando aceitamos que o movimento é essencial e benigno, que podemos encontrar aquilo que nos levará à jornada mais verdadeira, o caminho real, para atingirmos o nosso potencial. Estagnação é o oposto de crescer, e para crescer é preciso sempre aceitar ir.
A intuição, que se apresenta na voz do coração, tem características bem definidas. Para identificá-las, é preciso estar atento. A intuição vem sutil, sem drama nem insistência. Ela não fica se repetindo na nossa mente, como faz o medo. Ela vem — clara, límpida — e com ela uma força, o impulso da sua energia.
Sua clareza é tão nítida que a voz do coração parece ser fria, sem emoção. A resposta é apenas revelada, livre de julgamento, como um relâmpago: é isso, e simplesmente isso. Às vezes a emoção chega depois, mas a intuição em si é pura, pois vem de um nível maior de nós mesmos. Ela não comanda, ela não castiga: ela é.
Seguir a voz interior é a resposta para uma vida feliz, de brilho nos olhos, de satisfação no coração. Porque muito da nossa tristeza nasce de não ouvirmos a voz da alma, de estarmos onde não precisaríamos mais estar, de não seguirmos aquilo que nós fomos, desde sempre, criados para fazer.
Quando você estiver se treinando para ouvir a voz do seu coração, deixe que ela o leve mesmo nas pequenas coisas. Ao escolher um jantar, uma roupa, ou a pessoa para quem você irá ligar.
Aprenda a segui-la nos detalhes, até afinar a sua percepção e ter certeza quando algo veio mesmo do coração — ou foi de outra parte sua. Quando ouvir algo surpreendente, seja cuidadoso e aguarde. Observe e peça confirmações antes de mudanças grandes. E elas virão — em uma conversa, em um passarinho que pousa, em um fato surpreendente, as confirmações virão. Para que você aprenda a ler o livro da sua vida, explicado pela sua alma, sussurrado no seu peito.
Alegria é o estado natural da alma, e a recompensa de quem, cheio de coragem, segue a voz do coração.
- See more at: http://www.onomedomundo.org/a-voz-do-coracao/#sthash.RDnHYsV3.dpuf
Quem não iria querer ouvi-las? Ao nosso redor, sempre há histórias de pessoas que se libertaram das correntes da prisão da vida comum, dos caminhos trilhados por tanta gente, das conclusões óbvias e cansadas. Falamos com admiração das pessoas que nadaram contra a corrente e venceram, daqueles que tiveram coragem, dos que conseguiram ver o que ninguém mais podia enxergar. Eles se tornam nossos líderes, nossos ídolos. Nem todos são famosos: às vezes se trata apenas daquela vizinha que, com mudanças corajosas na própria vida, conseguiu transformar a si mesma e ser muito feliz.
A verdade é que todos queremos ouvir as respostas. Onde está o manual da vida? O que devo fazer de mim? Qual o segredo, qual o caminho?
Segundo a sabedoria indiana, o ser humano é uma essência pura e divina que fica, temporariamente, dentro deste corpo físico. Fazemos isto para interagir com a matéria, para crescer e aprender. A infinita sabedoria da alma se restringe dentro de um finito corpo: isto somos nós.
A luz e o conhecimento dessa alma, que é chamada de anandamaya kosha nos livros da Índia, continuam ativos, plenos e acessíveis. Mas a alma é sutil, diáfana e leve, muito além da barulheira e do caos da vida moderna. Ela se comunica com paciência, e fala suavemente.
Dela é a voz que vem do coração.
A essência de quem nós somos se expressa através do anahata chakra, um centro de energia que temos no peito. É dali que surge a intuição, a sabedoria sincera, o conhecimento superior. A voz do coração é uma metáfora para aquilo que vem deste chakra: os sussurros da alma, de onde vêm todas as respostas que precisamos saber, para crescer e trilhar o caminho. A sua alma sabe os motivos de você estar aqui.
E como fazemos para ouvir a voz do coração? A alma é muito bem educada: fala baixinho. É no silêncio que recebemos aquilo que ela nos traz, naqueles momentos em que nos recolhemos, seja por um minuto ou dias. O silêncio importante é o da mente, não o dos ouvidos. Enquanto estamos afogados em pensamentos sucessivos e inúteis, a voz da alma continua lá, sutil e constante, infinitamente paciente, sem nunca ser ouvida.
A alma é a verdade interna. Quanto mais nos prendemos a fatos e objetos externos, quanto mais nos acorrentamos a posses e ideias do mundo externo, menor é a nossa conexão com a voz interior.
É quando deixamos a vida fluir, quando aceitamos que o movimento é essencial e benigno, que podemos encontrar aquilo que nos levará à jornada mais verdadeira, o caminho real, para atingirmos o nosso potencial. Estagnação é o oposto de crescer, e para crescer é preciso sempre aceitar ir.
A intuição, que se apresenta na voz do coração, tem características bem definidas. Para identificá-las, é preciso estar atento. A intuição vem sutil, sem drama nem insistência. Ela não fica se repetindo na nossa mente, como faz o medo. Ela vem — clara, límpida — e com ela uma força, o impulso da sua energia.
Sua clareza é tão nítida que a voz do coração parece ser fria, sem emoção. A resposta é apenas revelada, livre de julgamento, como um relâmpago: é isso, e simplesmente isso. Às vezes a emoção chega depois, mas a intuição em si é pura, pois vem de um nível maior de nós mesmos. Ela não comanda, ela não castiga: ela é.
Seguir a voz interior é a resposta para uma vida feliz, de brilho nos olhos, de satisfação no coração. Porque muito da nossa tristeza nasce de não ouvirmos a voz da alma, de estarmos onde não precisaríamos mais estar, de não seguirmos aquilo que nós fomos, desde sempre, criados para fazer.
Quando você estiver se treinando para ouvir a voz do seu coração, deixe que ela o leve mesmo nas pequenas coisas. Ao escolher um jantar, uma roupa, ou a pessoa para quem você irá ligar.
Aprenda a segui-la nos detalhes, até afinar a sua percepção e ter certeza quando algo veio mesmo do coração — ou foi de outra parte sua. Quando ouvir algo surpreendente, seja cuidadoso e aguarde. Observe e peça confirmações antes de mudanças grandes. E elas virão — em uma conversa, em um passarinho que pousa, em um fato surpreendente, as confirmações virão. Para que você aprenda a ler o livro da sua vida, explicado pela sua alma, sussurrado no seu peito.
Alegria é o estado natural da alma, e a recompensa de quem, cheio de coragem, segue a voz do coração.
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