*autoria: Aldiana Doudement - PE
Onde estão os homens de lenço e a leveza de sua mão estendida???
Sempre dispostos a secar a face de uma mulher quando via
Um sentimento que escorria com gosto de água salgada
Homens finos,sempre elegantes, quase sempre usavam gravatas.
Homens que tinham sorriso terno e
Versos que de tão belos viravam melodia.
Com o perfume de seu lenço tocavam
Não só a face como a alma feminina..
Onde andam os homens de lenço
Que com passos firmes caminhavam pela vida?
Quase sempre eram discretos amantes,
Embalados por canções românticas de uma
Pureza infinita.
A dama que tivesse seu pranto secado por
Um desses lenços perfumados, se sentia
Totalmente seduzida por esse gesto de
Encanto, onde o amor é romântico
Jamais tratado com desdém ou ironia
Voltem, homens de lenço!
Queremos todo sentimento
Que o seu encanto trazia
Devolvendo ao mundo princesas de conto de fadas,
Cavalheiros envolventes que fazem novo o desejo de fantasias....
quinta-feira, 19 de julho de 2012
O QUE A DANÇA ENSINA
© Martha Medeiros
Reclamar do tédio é fácil, difícil é levantar da cadeira para fazer alguma coisa que nunca se fez. Pois dia desses aceitei um desafio: fiz uma aula de dança de salão. Roxa de vergonha por ter de enfrentar um professor, um espelho enorme, outros alunos e meu total despreparo. Mas a graça da coisa é esta, reconhecer-se virgem. Com soberba não se aprende nada. Entrei na academia rígida feito um membro da guarda real e saí de lá praticamente uma mulata globeleza.
Na verdade o simples prazer de dançar bastaria para justificar a prática, mas vivemos num mundo onde todos se perguntam o tempo todo “para que serve?”.
Para que serve um beijo, para que serve um ler, para que serve um pôr-do-sol?
É a síndrome da utilidade. Pois bem, dançar tem sim uma serventia. A dança nos ensina a ter confiança, se é que alguém ainda se lembra o que é isso.
Hoje ninguém confia, é verbo em desuso. Você não confia em desconhecidos e também em muitos dos seus conhecidos. Não confia que irão lhe ajudar, não
confia que irão chegar na hora marcada, não confia seus segredos, não confia seu dinheiro. Dormimos com um olho fechado e outro aberto, sempre alertas, feitos escoteiros. O lobo pode estar a seu lado, vestindo a tal pele de cordeiro.
Então, de repente, o que alguém pede de você? Que diga sim. Que escute atentamente a música. Que apóie seus braços em outro corpo. Que se deixe conduzir.
Que não tenha vergonha. Que libere seus movimentos. Que se entregue.
Qualquer um pode dançar sozinho. Aliás, deve. Meia hora por dia, quando ninguém estiver olhando, ocupe a sala, aumente o som e esqueça os vizinhos.
Mas dançar com outra pessoa, formar um par, é um ritual que exige uma espécie diferente de sintonia.
Olhos nos olhos, acerto de ritmo. Hora de confiar no que o parceiro está propondo, confiar que será possível acompanhá-lo, confiar que não se está sendo ridículo nem submisso, está-se apenas criando uma forma diferente e mágica de convivência.
Se os casais hoje, dedicassem um tempinho para dançar juntos, mesmo em casa - ou principalmente em casa – muitas discussões seriam poupadas. É uma espécie de conexão silenciosa, de pacto, um outro jeito de fazer amor.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A FAXINA
Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos, lavar alguns desejos que estavam enferrujando...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas,
Guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de uma amiga sem gratidão, lembranças de um dia triste...
Mas lá havia outras coisas... belas!!!
Uma lua cor de prata... os abraços... aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo... o pôr do sol... uma noite de amor .
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão,
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima - pois quase não as uso - e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.
Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…..
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, perfumei na esperança, passei um paninho nas minhas metas e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância; em cima, as de minha juventude, e... pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...
© Martha Medeiros
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos, lavar alguns desejos que estavam enferrujando...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas,
Guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de uma amiga sem gratidão, lembranças de um dia triste...
Mas lá havia outras coisas... belas!!!
Uma lua cor de prata... os abraços... aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo... o pôr do sol... uma noite de amor .
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão,
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima - pois quase não as uso - e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.
Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…..
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, perfumei na esperança, passei um paninho nas minhas metas e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância; em cima, as de minha juventude, e... pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...
© Martha Medeiros
QUE ME VALHAM
Fecho os olhos e no universo propago-me, parte de mim em que antes solitária e sombria, hoje estendida em lençol macio, transparente e claro... Já não estou mais sozinha, há um Sol que me ilumina e na sua luz, eu divago... As palavras me tomam secas na garganta, quando o Sol que me acompanha me enseja a sede, inspirando para que eu me levante, diz-me que não estou sozinha, é o deserto quarando o pano para o deleite comigo, quem eu amo... A saudade faz doer, como se fosse um rever de um tempo que me domina, nem era eu tão menina, era rosa desabrochando nas manhãs que descortinam... Quisera memórias me ditassem os anos ou as folhas das páginas do que fui um dia, se foram de sonhos ou de desenganos a justificar as minhas nostalgias... Andei perdida e hoje me encontro pelos remos da poesia, a bússola me foi o balanço de jeito simples como o coração dizia, que os sinais na travessia outrora determinantes, são de relevos frisantes, que eu mesma deixei um dia...
Então que me valham...
Que me valham todos os perfumes a não saber o nome da rosa, todas elas em suas cores diferentes chegando airosas... Que me valham todas as estrelas, pois que são formosas, de perto ou distante, miúdas ou graúdas, todas elas deslumbrantes, grandiosas... Que me valham todas as asas, nas alturas ou rasteiras, como as nunca vistas antes, como as ditas costumeiras... Que me valham todos os plantios, os que alimentam e os indigestos, as ervas que a mim acalmam e as daninhas quando peco... Que me valham todo o universo da realidade criada e da medalha os reversos, quando deles eu me inspiro na soltura dos meus versos. Que me valham todas as coisas, por todos os sins, também pelos nãos, por opção das escolhas e as lutas por libertação...
Livinh@petitto
Então que me valham...
Que me valham todos os perfumes a não saber o nome da rosa, todas elas em suas cores diferentes chegando airosas... Que me valham todas as estrelas, pois que são formosas, de perto ou distante, miúdas ou graúdas, todas elas deslumbrantes, grandiosas... Que me valham todas as asas, nas alturas ou rasteiras, como as nunca vistas antes, como as ditas costumeiras... Que me valham todos os plantios, os que alimentam e os indigestos, as ervas que a mim acalmam e as daninhas quando peco... Que me valham todo o universo da realidade criada e da medalha os reversos, quando deles eu me inspiro na soltura dos meus versos. Que me valham todas as coisas, por todos os sins, também pelos nãos, por opção das escolhas e as lutas por libertação...
Livinh@petitto
sábado, 16 de junho de 2012
VOCÊ JÁ TEVE ALGUMA DECEPÇÃO NA VIDA?
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada. Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um punhal invisível que dilacera as fibras mais sutis da alma. Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com pessoas em que investimos nossos sofrimentos mais puros de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento para o outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade.
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou que já não fazemos mais parte de sua história... Que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir. Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus atos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão. Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos. E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade. Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.
Nós é que queremos que seja como os idealizamos. Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem esta iludido. Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento. Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas. A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os fatos que estão a nossa frente. E a decepção nada mais é do que perceber que se estava ilidido, enganado sobre algo ou alguém. Assim, se você esta amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe atrapalhavam a visão. Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem. Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões. Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas. Lembre-se de que cada um dá o que tem o que pode oferecer. Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma. Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.
**Maktub
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento para o outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade.
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou que já não fazemos mais parte de sua história... Que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir. Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus atos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão. Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos. E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade. Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.
Nós é que queremos que seja como os idealizamos. Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem esta iludido. Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento. Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas. A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os fatos que estão a nossa frente. E a decepção nada mais é do que perceber que se estava ilidido, enganado sobre algo ou alguém. Assim, se você esta amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe atrapalhavam a visão. Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem. Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões. Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas. Lembre-se de que cada um dá o que tem o que pode oferecer. Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma. Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.
**Maktub

quarta-feira, 23 de maio de 2012
HOJE EU VOU MUDAR
*Hoje eu vou mudar!* E para não ficar apenas nas promessas, vou começar pelo mais fácil, vou mudar o caminho, vou andar por novas ruas, ver novas caras, quem sabe, começar uma nova amizade.
*Pensando em pequenas mudanças,* vou abrir mão de pequenas coisas, coisas que me incomodam e que faço automaticamente, alias, vou prestar mais atenção nos meus atos, vou ser um observador de mim mesmo.
Vou vigiar meus passos, e tentar cortar, aqueles que me levam até a decepção.
*Hoje eu vou mudar!* promessa antiga, que me faço sempre que quebro a cara, mas hoje, hoje eu quero e preciso do novo, ou quem sabe, resgatar antigos hábitos saudáveis, como ser feliz com o que tenho, valorizar as pessoas que gostam de mim como eu sou.
Valorizar a roupa que eu uso, a comida que eu como, a família que eu tenho, o amor que me acompanha, o estudo que eu conclui, a escola que eu frequento, o emprego que eu tenho...
*São tantas coisas, e tão pouco tempo para ver,* pouco tempo para o que é bom e estável, muito tempo para o que ainda não tenho, muito tempo para lamentações e dores.
Chega!
*Hoje eu vou mudar, por isso, começo o dia,* com uma prece sentida, agradecendo pela oportunidade de ter mais uma chance, de poder desejar e fazer mudanças, para fazer em mim, o ser que eu gostaria de ser, e ser livre para dizer que amo a vida, dizer para cada pessoa que eu conheço, que elas são importantes para mim, e abraçar cada um, como se fosse despedida, sendo apenas mais um dia, dia de mudar!
Eu acredito em você
© Paulo Roberto Gaefke
*Hoje eu vou mudar!* E para não ficar apenas nas promessas, vou começar pelo mais fácil, vou mudar o caminho, vou andar por novas ruas, ver novas caras, quem sabe, começar uma nova amizade.
*Pensando em pequenas mudanças,* vou abrir mão de pequenas coisas, coisas que me incomodam e que faço automaticamente, alias, vou prestar mais atenção nos meus atos, vou ser um observador de mim mesmo.
Vou vigiar meus passos, e tentar cortar, aqueles que me levam até a decepção.
*Hoje eu vou mudar!* promessa antiga, que me faço sempre que quebro a cara, mas hoje, hoje eu quero e preciso do novo, ou quem sabe, resgatar antigos hábitos saudáveis, como ser feliz com o que tenho, valorizar as pessoas que gostam de mim como eu sou.
Valorizar a roupa que eu uso, a comida que eu como, a família que eu tenho, o amor que me acompanha, o estudo que eu conclui, a escola que eu frequento, o emprego que eu tenho...
*São tantas coisas, e tão pouco tempo para ver,* pouco tempo para o que é bom e estável, muito tempo para o que ainda não tenho, muito tempo para lamentações e dores.
Chega!
*Hoje eu vou mudar, por isso, começo o dia,* com uma prece sentida, agradecendo pela oportunidade de ter mais uma chance, de poder desejar e fazer mudanças, para fazer em mim, o ser que eu gostaria de ser, e ser livre para dizer que amo a vida, dizer para cada pessoa que eu conheço, que elas são importantes para mim, e abraçar cada um, como se fosse despedida, sendo apenas mais um dia, dia de mudar!
Eu acredito em você
© Paulo Roberto Gaefke
*Hoje eu vou mudar!* E para não ficar apenas nas promessas, vou começar pelo mais fácil, vou mudar o caminho, vou andar por novas ruas, ver novas caras, quem sabe, começar uma nova amizade.
*Pensando em pequenas mudanças,* vou abrir mão de pequenas coisas, coisas que me incomodam e que faço automaticamente, alias, vou prestar mais atenção nos meus atos, vou ser um observador de mim mesmo.
Vou vigiar meus passos, e tentar cortar, aqueles que me levam até a decepção.
*Hoje eu vou mudar!* promessa antiga, que me faço sempre que quebro a cara, mas hoje, hoje eu quero e preciso do novo, ou quem sabe, resgatar antigos hábitos saudáveis, como ser feliz com o que tenho, valorizar as pessoas que gostam de mim como eu sou.
Valorizar a roupa que eu uso, a comida que eu como, a família que eu tenho, o amor que me acompanha, o estudo que eu conclui, a escola que eu frequento, o emprego que eu tenho...
*São tantas coisas, e tão pouco tempo para ver,* pouco tempo para o que é bom e estável, muito tempo para o que ainda não tenho, muito tempo para lamentações e dores.
Chega!
*Hoje eu vou mudar, por isso, começo o dia,* com uma prece sentida, agradecendo pela oportunidade de ter mais uma chance, de poder desejar e fazer mudanças, para fazer em mim, o ser que eu gostaria de ser, e ser livre para dizer que amo a vida, dizer para cada pessoa que eu conheço, que elas são importantes para mim, e abraçar cada um, como se fosse despedida, sendo apenas mais um dia, dia de mudar!
Eu acredito em você
© Paulo Roberto Gaefke
ASSEPSIA EM CINGAPURA
Sr. Lee Kuan Yew assumiu com mão de ferro o comando do país, e em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram somente 50. Todos os outros, criminosos confessos, foram fuzilados.
Todo homem público (político, policial, etc) corrupto foi fuzilado, pois existiam muitas provas contra eles.
Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram rápido do país.
Aquela multidão de drogados que ficavam dormindo nas ruas, fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou seriam fuzilados.
Tinha uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava que o país estava com câncer e que a única solução era extirpá-lo, tipo "se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um câncer para a nação".
Depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições diretas e se candidatou para presidente.
Venceu as eleições com 100% dos votos.
Hoje, Cingapura é um dos países mais seguros de se morar. E um dos mais desenvolvidos, e mais seguros que os Estados Unidos, Inglaterra, ou Israel.
Já no avião, a ficha de desembarque tem um "DEAD" (morte) bem grande em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.
Com zero virgula nada de cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos forçados..
Um surfista brasileiro, tentou entrar em Cingapura com uma prancha de surf recheada de cocaína. Óbvio que ele determinou sua própria morte. E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para o Lula interceder pelo filho. Não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.
Nos hotéis, os "Guias da Cidade" tem uma página explicando que a polícia de Cingapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (isso porque na antiga Cingapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas eram estupradas e ou mortas) O chiclete é proibido em Cingapura, pelo simples fato de que, se jogados no chão sujam as calçadas da cidade. Distribuir panfletos, sem chance. Só em lojas e não devem ser entregues as pessoas, que, se os quiserem pegam-os em uma gôndola ou suporte. Jogar no chão então... dá multa cara.
Ano retrasado, a secretária local de um amigo, que estava fazendo um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde sua casa até o trabalho. Quando chegou no trabalho ligou a seta do carro para entrar no prédio, a polícia deu-lhe sinal para que ela parasse. Um dos policiais veio até a janela do seu carro e disse: "Como a Sra. sabe, estamos fazendo uma campanha de civilidade no trânsito. Multando os infratores e dando bônus a quem dirige corretamente. E a Sra., em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infração. Parabéns! Aqui está um cheque de 100 dólares cingapurianos (equivalente a cerca de R$ 128,00) e pediria para a Sra. assinar o recibo, por favor.
Pelo visto o Brasil tem SOLUÇÃO...
Mas, a população diminuiria muito, muito mesmo.
(Presente de Maria Tereza Prates)
Assinar:
Postagens (Atom)




